sábado, 22 de outubro de 2011

Poesia sem fim...

É finzinho de tarde, as florinhas estão todas se rindo, no meio delas, um sorriso ilumina o meu, ainda, dia: é você! E o contraste da tua boca é o céu. Das paisagens, a mais bela. De repente, uma estrela aponta... é noite! A noite é uma criança, como você, nos meus braços. Eu sei, o limite é o céu, da sua boca. E nada pode estragar nossa poesia, ainda que inacabada.


"Você está em minhas mãos, e do amor, eu não sei o que fazer.
(...) Quem agora está nas mãos de quem?".



Pra ilustrar, Adélia Prado:


0 comentários: